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Salma Hayek: América tem de lidar com racismo

Salma Hayek alerta para o facto de o racismo ser "o grande elefante na sala" na América.

O assunto tem gerado debate na sequência da morte de Sandra Bland às mãos da polícia. Tinha 28 anos e terá sido fisicamente controlada pela polícia durante uma operação stop no Texas. A situação levantou dúvidas depois de terem sido divulgadas imagens da sua detenção.

Embora Salma Hayek não se tenha referido concretamente a essa situação, alertou para o facto de muitos americanos não quererem ver a realidade sobre a diferença de tratamento.

"Temos um grande problema", declarou ao ET. "É o grande elefante na sala. Durante muitos anos, as pessoas diziam: 'O racismo acabou na América' e 'A América é muito inclusiva'. Nos últimos anos, mais e mais, temo-nos dado conta de que é uma mentira e que é um grande problema com o qual temos de lidar."

Estrelas como a cantora Nicki Minaj e o actor Jesse Williams já falaram sobre o caso Sandra Bland e muitas outras pessoas pedem que seja revelada a verdade.

O caso chega após várias acusações de alegada brutalidade policial contra pessoas negras no país, que culminaram com os protestos em Baltimore, em Abril, quando o afro-americano Freddie Gray morreu, aos 25 anos, após intervenção policial.

Esta não é a primeira vez que Hayek aborda o tema do racismo. Usou o Twitter já para deixar clara a sua opinião.

"Sinto-me de coração partido pelo ódio e o racismo neste lindo país, que simboliza a liberdade", escreveu em Junho. "Qualquer pessoa com ódio no coração, a querer dividir a América, que recorde o sacrifício que homens e mulheres de todas as raças e cores fazem todos os dias nas forças armadas. Em tempos de guerra, arriscam as suas vidas pelo nosso sonho de liberdade."