Rosa e Jean são o exemplo perfeito de como os opostos se atraem – e depois se separam. Ele, um sonhador com a cabeça nas estrelas; ela, uma workaholic obcecada pelo poder e sucesso. Desde o início, os ideais não concretizados de Jean frustraram a relação, enquanto a ambição de Rosa a afastou da família.
Apesar das diferenças, o que manteve Rosa e Jean juntos foi a filha. Agora, com o divórcio, a criança passa mais tempo com o pai, mas idolatra a mãe. O problema? Rosa está tão focada no trabalho que quase não tem tempo para a filha.
Esta ausência está a criar sérios problemas emocionais para a menina, que começa a questionar se a mãe a ama. “Por que não sou suficiente?”, pergunta-se ela. Infelizmente, esta é uma realidade comum em muitos divórcios, onde os filhos acabam por ser as maiores vítimas.
A história de Rosa e Jean serve como um alerta: o sucesso profissional não pode custar o amor da família.
